Detectados novos casos de coronavírus MERS na Ásia

O MERSC-Co V (Síndrome Respiratória e do Oriente Médio-Coronavírus) tem uma alta taxa de mortalidade.

Depois de ser diagnosticada a infecção por coronavírus MERS um homem de 68 anos no último dia 20 de maio, depois de voltar de uma viagem pelo Oriente Médio no decorrer do qual visitou a Arábia Saudita, que é considerada o principal foco desta doença infecciosa, as autoridades sanitárias de Coreia do Sul confirmaram 15 novos casos de infecção por este vírus.

de Acordo com a OMS, o MERS foi infectado já 1.139 pessoas, 36% das quais já falecido

Dezenas de pessoas que estiveram em contato com o paciente foram examinadas, e mais de cem foram colocadas em isolamento, com o objetivo de evitar uma epidemia, e o ministro da Saúde do país, Moon Yoo-Pyo, afirmou, em conferência de imprensa que estão a tomar todas as medidas necessárias para impedir a propagação de MERSC-Co V (Síndrome Respiratória e do Oriente Médio-Coronavírus).

China, além disso, um homem sul-coreano, de 44 anos, que viajou para este país por assuntos de negócios, em particular para Hong Kong e para a província de Cantão, começou a apresentar sintomas de infecção em 21 de maio, e agora está isolado em um hospital, onde está recebendo tratamento, e se procedeu a identificar todas as pessoas que mantiveram contato com ele.

O MERS-Co V, que, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) tem afetado 1.139 pessoas em 23 países, tem uma alta taxa de mortalidade (36% dos pacientes já falecido), e não existem vacinas preventivas ou tratamentos que o curadas na atualidade. Por esse motivo, antes mesmo de se confirmase o caso do paciente na China, as autoridades de Pequim já haviam anunciado o estabelecimento de medidas especiais para prevenir a possível extensão da infecção.

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