Nasce o primeiro bebê com o sistema ‘Eeva’ em Portugal

O sistema de ‘Eeva’ selecione o embrião que tem mais possibilidades de se desenvolver com sucesso

Alba é uma menina que se tornou o primeiro bebê nascido em Portugal, graças ao sistema de selecção de embriões Eeva (Early Embryo Viability Assessment), que foi empregado pelo laboratório da clínica IVF Portugal para identificar precocemente (entre os dias 3 e 5) e de forma não invasiva, o embrião mais viável para ser transferido para o útero materno.

As técnicas de imagem que são utilizados no sistema Eeva não têm efeitos prejudiciais para o desenvolvimento dos embriões

Ao longo de mais de três anos, a mãe da pequena havia passado, sem sucesso, a quatro transferências embrionárias para tentar ter um filho, o que conseguiu na primeira tentativa com este eficaz método, que se baseia em um estudo morfológico dos embriões, sem interferir com as condições de cultivo, para selecionar o mais adequado para que o gravidez se leve a termo com o nascimento de um bebê saudável.

Para realizar o estudo são tomadas imagens continuamente dos embriões, que depois são analisadas por um software para conhecer o processo de divisão celular. Como explicou Jon Aizpurua, diretor e fundador de IVF Portugal, verificou-se que estas técnicas de imagem não têm efeitos prejudiciais para o desenvolvimento dos embriões.

Posteriormente, o embriologista se baseia em um algoritmo matemático que classifica os embriões de acordo com o seu perfil alto, médio ou baixo, de viabilidade para a implantação, o que faz com que esta técnica de reprodução assistida seja muito precisa. Outra vantagem muito valorizada pelos pacientes é saber que desde os primeiros dias em que o embrião é adequado reduz a duração do processo e permite evitar a gravidez múltipla, já que não é necessário implantar vários embriões, porque você escolhe diretamente o que tem mais chances de sobreviver.

Fonte: Clínica IVF Portugal

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